APR, Permissão de Trabalho, inspeção, registro de acidente e relatório de investigação — tudo na mão de quem está no poste, na torre e no painel, pelo celular. O documento sai assinado e lacrado, e o técnico de segurança comanda a operação de onde ele estiver.
Não é um programa para a APR, outro para a inspeção e uma planilha para juntar os dois. É o mesmo cadastro, a mesma equipe, o mesmo contrato e o mesmo painel.
Análise de risco e permissão de trabalho assinadas em campo, antes de a equipe começar.
Roteiro de campo, execução pelo celular e o relatório mensal já pronto para o cliente.
Registro da ocorrência no mesmo dia, com foto, local, equipe e o que aconteceu de fato.
A investigação guiada pelas perguntas certas, e o relatório saindo pronto do mesmo lugar.
Três buracos que aparecem em quase toda operação de campo — e que só viram problema no dia da auditoria.
Assinada na prancheta, fotografada, mandada no grupo. Seis meses depois o cliente pede a evidência daquele serviço e ninguém encontra — nem quem assinou, nem a que horas.
O técnico de segurança vê o desvio, escreve, manda. Não existe lista de quem tem que resolver o quê, até quando, em qual contrato. O mesmo desvio reaparece no mês seguinte.
Uma contagem no relatório, outra no painel, outra na folha assinada. Quando os três discordam, o relatório inteiro perde o valor — justamente na hora em que ele é cobrado.
Do celular do eletricista ao painel do diretor, sem ninguém redigitar nada no caminho.
Entra pelo CPF, escolhe o serviço e responde o checklist daquele risco — altura, elétrico, espaço confinado, o que a sua operação definir. O clima e o local entram sozinhos. No fim, cada um assina na tela.
Sai um PDF com a equipe, o serviço, a ordem de serviço, as respostas e as assinaturas — lacrado por um código que muda se alguém mexer em uma vírgula. A Permissão de Trabalho nasce amarrada a essa APR.
Cada resposta de risco vira pendência com dono, prazo e lugar. O painel mostra o que está aberto por estado e por contrato, o relatório mensal já sai pronto e o BI puxa tudo pela integração.
Hoje o TST vai a campo, vê o desvio, anota — e perde a tarde no escritório transformando anotação em relatório. Aqui ele resolve no mesmo lugar em que enxergou.
Nada de um programa para a APR, outro para a inspeção e uma planilha para juntar os dois.
Checklist por tipo de serviço, equipe, local, clima e assinatura de cada um. O risco respondido como "não" já sai como pendência.
Permissão de Trabalho emitida a partir da APR, com revisão de quem libera e trilha de quem aprovou o quê.
Roteiro de campo, execução pelo celular, painel do que foi inspecionado e relatório mensal pronto para enviar ao cliente.
Registro, investigação com as perguntas certas e o RIAT saindo do mesmo lugar — sem refazer o relatório à mão.
Cada desvio vira tarefa com dono, prazo e lugar — por estado e por centro de custo, que é como a operação realmente se divide.
Dashboard do dia a dia, analítico linha a linha e visão executiva. Exporta em Excel e CSV sem passar por ninguém.
Entrada por CPF, níveis de acesso por responsabilidade, cadastro de funcionários e banco de ASOs sempre à mão.
API própria com chave, páginas e leitura do que mudou desde a última vez. O Power BI atualiza sozinho, sem exportar planilha na mão.
É aqui que a maioria dos controles de segurança cai: na hora de provar que aquilo realmente aconteceu daquele jeito, naquela hora.
Cada documento emitido guarda um código calculado a partir do próprio conteúdo. Mudou uma palavra, o código não bate mais — e a conferência mostra isso na hora.
O horário é o do sistema, não o que a pessoa digitou. A APR assinada depois do serviço aparece como o que é: assinada depois.
A folha assinada, a planilha do analítico e a API leem o mesmo registro. Se o painel diz dezessete, a pasta tem dezessete — e é por isso que o relatório se sustenta.
O Pente Fino nasceu dentro de uma operação de campo de verdade: equipe espalhada por vários estados, contrato que cobra evidência e auditoria que não aceita "foi feito, só não ficou registrado".
Sem apresentação de trinta slides. Você conta como a APR é feita hoje e onde dói, e a gente abre a tela com um serviço parecido com o seu.
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